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Archive for novembro \18\UTC 2010

Sobre final de namoro

Prestem atenção na história:

Ele: Você está ai?
Ela: Estou, o que aconteceu ?
Ele: Eu preciso de conselhos.
Ela: Claro, nós somos melhores amigos. Diga-me o que está acontecendo.
Ele: Eu estou apaixonado.
Ela: Isto é ótimo, não é?
Ele: Sim, é ótimo tirando o fato de eu não ter coragem alguma para contar pra ela.
Ela: Você ama ela ?
Ele: Com certeza.
Ela: Então tome coragem e conte pra ela.
Ele: Mas como ?
Ela: Pegue seu celular.
Ele: Agora ?
Ela: Sim, antes tarde do que nunca.
Ele: Pronto, peguei.
Ela: Ligue pra ela e diga como você se sente em relação a ela.
Ele: Está bem.
Ele pega o celular e liga pra ela…
Ela: Espere um minuto, já volto. Mas pode me contar enquanto eu não estou aqui como está indo.
O celular dela toca, ela atende…
Ela: Alô ?
Ele: É o jeito como você “cora” quando está nervosa, é como você ri sem piedade. É o jeito que você me faz sentir. É como você me faz rir, quando me faz parar de chorar. Como você me diverte como ninguém; na primeira vez que te vi dormindo eu percebi tudo: eu fui construído para você, e você foi moldada para mim. Eu te amo.
Ela: Quando você disse que estava apaixonado era como se uma faca entrasse bem fundo no meu peito, achei que era outra garota.
Ele: Eu jamais me apaixonaria por alguém que não fosse você.
Ela: Eu te amo.
Ele: Eu sempre te amei.

Agora me diz: será que já terminaram o namoro?

É só um pensamento passageiro que passou na minha cabeça, daqui a pouco passa [ou não].

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Breve reflexão sobre a vida

Ontem, voltando da faculdade de metrô – linha verde – em meio aquela chuva [quase tempestade], estava eu pingando pois meu guarda-chuva havia quebrado, fiquei olhando uma borboleta que não sei como, conseguiu entrar no vagão do metrô [será que ela pagou a passagem?].

Aquela borboleta me pareceu muito com os milhões de brasileiros e bilhões de trabalhadores ao redor do mundo, que depois de um dia inteiro de trabalho árduo, jornada exaustiva, volta ao lar.

Só que aquela borboleta foi caindo, caindo, caindo até repousar suas asas no chão do vagão. Não sei porque, mas a vida pareceu tão inútil, tão passageira…

Acho que as pessoas que viram este momento também pensaram isso. Digo isso porque uma moça que também mirava estes últimos instantes da borboleta apoiou a cabeça nas mãos e se colocou a pensar… imóvel, tal qual a borboleta no chão!

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Viver é sinônimo de felicidade?

Hoje me pergunto o que é ser feliz? Você sabe responder? Ou melhor, você é capaz de responder?

Já me falaram que para uma pessoa ser feliz, basta saber que Jesus morreu por nós. Que estamos vivos… Quer felicidade maior?

Também já me falaram que a felicidade depende do trabalho, de você ser bem-sucedido profissionalmente e pessoalmente. Será que basta?

Há quem diga que para você ser feliz, você deve estar com alguém, porque é impossível ser feliz sozinho. Se entregar à um amor verdadeiro.

Eu vou com o terceiro time, porém, não tão radical, embora eu esteja vivendo um momento que não posso dizer isso. Hoje faço 1 mês de namoro com uma pessoa que não conheço, mas que me faz muito feliz, que está me fazendo muito bem e sobretudo, que me ama de verdade. Eu já não sei dizer nem como nem quando tudo começou, só sei dizer que já faz parte da minha vida e que não quero deixar de ter essa pessoa do meu lado nunca.

Sei que é uma pazzia (loucura), mas o que posso fazer? Nunca fui de arriscar, nunca fui de agir por impulso, de me entregar à um trem desgovernado que pode trazer consequências sérias… acho que posso [e devo] arriscar pelo menos uma vez na vida. Afinal, é a minha vida que está em jogo. E vida é isso que acontece enquanto fazemos planos para o futuro. “E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar”, e não sabemos ao certo aonde vamos chegar, por isso devemos apenas pilotar… devemos descobrir, desbravar o incerto, o duvidoso… só assim teremos certeza que estamos vivendo.

Imagine-se morando na casa dos seus pais. Você nunca conquistou nada na vida, não tem bêns. Não tem dinheiro porque não sobra nada das suas contas. Odeia pedir para os outros qualquer coisa, ainda mais dinheiro. Seus pais não te incentivam em nada. Todos os seus sonhos estão limitados pelas quatro paredes do seu quarto. [qualquer semelhança é mera coincidência]

E de repente, uma oportunidade de realizar o seu maior sonho de vida aparece, sem perguntar se é o momento certo, se é mesmo o que você quer, se você está pronto para isso, se você quer realmente se colocar à prova. E aí? O que você faz?

No meu caso, surge uma mulher [digo mulher por ser mais velha do que eu, além de ter uma série de outra qualidades que a fazem especial], em outro país [o país que eu sempre sonhei em conhecer], na mesma semana que eu terminei um outro namoro [oficialmente], e quando me vejo… a partir de uma simples brincadeira, minha vida mudou totalmente. A brincadeira ficou séria, se tornou real, e começamos a namorar [por enquanto virtualmente – POR ENQUANTO]. Digo isso porque nesse meio tempo todo, já tirei meu passaporte e tenho planos e propostas ponderáveis de me mudar para lá, junto dela. Claro, também por causa dela, que é minha motivação maior para tal, mas também porque é meu sonho desde criança.

Nunca corri atrás de sonhos, nunca tracei metas, nunca tive objetivos concretos além desse. E agora que surge a oportunidade [quem sabe, a oportunidade da minha vida] eu vou desperdiçar?

Quando você se vê frente à um questionamento desse, que vai mexer com sua vida do princípio ao fim, que vai entrar no centro de tudo o que você construiu durante todo o seu período de vida, se você não for forte o bastante, você acaba deixando a oportunidade passar, porém, se por outro lado eu optar por ir, renuncio tudo e todos que eu convivi minha vida inteira.

Owww Cristo, se eu te pedir uma luz, vai ser muito injusto de minha parte, pois motivos eu já tenho de sobra, então te peço mais coragem e discernimento e vos agradeço por tudo isso, que impulsionou minha vida, me fez sair do buraco que eu estava há anos.

….. voltando ao tema do post, felicidade é isso pra mim: VIVER!

VIVER com coragem de seguir em frente;
VIVER feliz por ter alguém do seu lado que te ama e que você ama;
VIVER acreditando nos seus sonhos;
VIVER com fé em Deus, pois Ele é capaz de tudo;

Apenas VIVER!

{continua}

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Sopravvivendo / Sobrevivendo

Il mondo ci offre moltissimi esempi del modo in cui ci si dovrebbe comportare e reagire di fronte a situazioni difficili. Quando le cose riguardano i nostri bisogni fondamentali, noi ci comportiamo in maniera spontanea, senza tanti problemi, senza che nessuno c’insegni quello che dobbiamo fare.

È spontaneo , tanto negli esseri umani che negli animali trovare soluzioni quando c’è di mezzo la sopravvivenza.

Abbiamo fame, cerchiamo qual cosa da mangiare, abbiamo sete, noi tentiamo di saziarla, siamo stanchi, sappiamo che dobbiamo riposare.

E quando vogliamo qualche cosa che non è della nostra altezza, immediatamente cerchiamo una soluzione: prendiamo una scala, avviciniamo una sedia, stendiamo maggiormente  le braccia, ci mettiamo sulla punta dei piedi ci sediamo sulla terra… se vogliamo vedere, restiamo sulla punta dei piedi, alziamo la testa, chiediamo permesso. Diamo il massimo di noi.

Ma il comportamento che abbiamo nei confronti di quel che é materiale é completamente diverso da quello nei confronti dell’emotivo, di quando si tratta dell’anima, del cuore, della nostra vita interiore.

Quando ci sentiamo piccoli o le cose sono lontane dalla nostra capacità interiore, o dalla nostra vista, noi abbiamo la tendenza a chinare ancor più la testa, a sederci, abbassare gli occhi e piangere.

E cosa succede? Perché non prendiamo la sedia delle possibilità, perché non protendiamo le braccia del nostro volere, perché non eleviamo gli occhi per vedere più su? È molto naturale che se noi non tentiamo qualsiasi cosa, non accade nulla. Se noi tentiamo di fare qualcosa, può darsi che riusciamo oppure no, ma almeno non porteremo in noi il rimpianto di non sapere quello che sarebbe stato, che sarebbe accaduto.

Non abbandonare facilmente le cose che il tuo cuore desidera! Almeno non prima di avere provato tutto. Passiamo vicino a molte cose semplicemente perché non osiamo allungare la mano. Ci lasciamo sfuggire la felicità e al suo posto lasciamo che si stabilisca l’insicurezza. La paura vince il coraggio. Ci sentiamo incapaci senza almeno aver tentato.

La Sopravvivenza è questione di stile di vita. Non esistono persone deboli e persone forti, esiste chi non misura l’intensità dello sforzo e chi abbandona facilmente il tentativo; esistono coloro che alzano la testa e altri che abbassano gli occhi. I primi non sempre raggiungono tutti i loro obiettivi, ma si sentono appagati e felici con quello che ottengono. È molto meglio avere un poco che non avere completamente qualcosa. È meglio essere poco che non essere nessuno.

Ricorda: non raggiungeremo mai l’orizzonte… ma, almeno, decoriamo, come fa lui, i nostri sogni!!!

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O mundo é um poço de exemplos de como devemos agir e reagir diante de situações difíceis. E agimos naturalmente, sem questões, quando as coisas envolvem nossas necessidades básicas, sem que ninguém nos ensine o que devemos fazer.

É nato, tanto nos seres humanos quanto nos animais buscar soluções que envolvem a sobrevivência. Sentimos fome, procuramos o que comer, temos sede, procuramos saciá-la, estamos cansados, sabemos que devemos nos repousar.

E quando queremos algo que não está ao nosso alcance, imediatamente procuramos soluções. Pegamos escada, puxamos cadeira, esticamos mais os braços, ficamos na ponta dos pés, nos sentamos no chão… se queremos ver, ficamos na ponta dos pés, erguemos a cabeça, pedimos licença. Damos o máximo de nós.

Mas nossa atitude ante ao material é completamente diferente da ante ao emocional, de quando se trata da alma, do coração, da nossa vida interior.

Quando nos sentimos pequenos e que as coisas fogem ao nosso alcance, ou da nossa vista, temos a tendência a baixar ainda mais a cabeça, nos sentar, baixar os olhos e chorar.

E aí? Por que não puxamos a cadeira das possibilidades, não esticamos os braços do nosso querer, não erguemos os olhos pra ver mais além? É bem natural que se não fazemos nada, nada acontece. Se fazemos, pode acontecer ou não, mas pelo menos não carregaremos em nós o peso de não saber o que teria sido, o que teria acontecido.

Não desista facilmente das coisas que seu coração deseja! Pelo menos não antes de ter tentado tudo. Passamos do lado de muitas coisas simplesmente por que não ousamos estender a mão. Deixamos fugir a felicidade e a insegurança se instala no lugar dela. O medo vence a coragem. Nos julgamos incapazes sem ao menos ter tentado.

Sobrevivência é questão de atitude. Não existem pessoas fracas e fortes, existem as que nunca medem esforços e as que desistem facilmente; existem as que erguem a cabeça e as que baixam os olhos. Essas primeiras nem sempre alcançam todos os seus objetivos, mas sentem-se saciadas e felizes com o que conseguem. É muito melhor ter um pouco do que não ter absolutamente nada. É melhor ser pouco que ser ninguém.

Lembre-se: o horizonte a gente nunca alcança… mas como ele enfeita nossos sonhos!!!

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Ser adulto com maturidade!

Detesto quando escuto aquela conversa: – Ah, terminei o namoro… – Nossa, estavam juntos há tanto tempo… – Cinco anos…. que pena… acabou… – é… não deu certo… Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores. Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos essa coisa completa. Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama. Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador. Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível. Tudo junto, não vamos encontrar. Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele. Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia. E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona… Acho que o beijo é importante… e se o beijo bate… se joga… se não bate… mais um Martini, por favor… e vá dar uma volta. Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer. Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar… ou não. Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob pressão? O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia? Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração… Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo. E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse… A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. E nem todo sexo bom é para descartar… ou se apaixonar… ou se culpar… Enfim…quem disse que ser adulto é fácil ????

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