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Archive for abril \27\UTC 2011

Cogitações… e indagações!

“C:\Documents and Settings\Rafael\Meus documentos\Meus arquivos recebidos\Histórico” Se a minha mãe entrar nessa pasta, eu vou morar na rua.
Viva o chocolate e seu poder de cura emocional.
Cúmulo da educação: oferecer comida pelo msn.
Madrugada serve para: ( ) dormir (x) perder a noção do tempo na internet e se desesperar porque não terá força pra acordar cedo no outro dia.
Se não sei o sabor de algo, eu: ( ) experimento (x) cheiro. – Para minha prima –
Se não fosse pelo twitter eu não ficava sabendo nem de 30% das coisas que estão acontecendo no planeta.
“Eu te am…” – apaga – “oi nem fala mais comigo né?”
Matéria que o professor explica: 2x +1 = 5 …….. Matéria que cai na prova: f(x) = 3x³ + 5x² – 1/x
Sintoma de carência: ler sms antiga e sorrir.
Pesquisas revelam: se sua mãe acordar de madrugada e você ainda estiver no computador, os índices de grosseria e xingamentos sobem em 300%
Meu defeito é fazer por muitas pessoas o que nem metade delas fariam por mim.
“MÃE, NÃO CONSIGO ACHAR TAL COISA” “Já procurou em tal lugar?” “JÁ, NÃO TÁ LÁ” “Olha de novo” “EU JÁ OLHEI, NÃO T…ah, achei, obrigado mãe”.
Quem nunca teve um download cancelado aos 98% porque a internet caiu, não sabe o que é vontade de se matar.
Não quero dormir cedo e não quero acordar cedo, mas minha vida faz exatamente ao contrário da minha vontade, legal.
Aí seus amigos te trocam por outros amigos e depois chegam pra você e dizem: “nossa como você tá sumido”.
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Caixa de Brinquedos e de Memórias

Tal qual uma criança, em certo momento se irrita com a própria caixa de brinquedos, porque são sempre os mesmos, assim estoy yo com a minha vida. CANSEI!

Cansei dos amigos, cansei do trabalho, cansei da relação, cansei de tudo, e vou explicar o porquê… [talvez você queira parar de ler agora, porque tenho certeza que vai ser O desabafo deprê].

Amigos: uns consideram o amigo como um bem precioso, como alguém que você queira estar do lado sempre. Isso não acontece comigo. Não tenho amigos. Não mais. Pessoas importantes do passado estão imortalizadas na minha mente como uma lembrança de um tempo diferente, de algo vivido, num período onde nada era mais importante do que brincar num parquinho. Hoje, algumas dessas pessoas ainda permanecem ao meu lado, mas não são as mesmas. Assim como o mundo muda, as pessoas mudam também. O que eu não entendo é: por que os princípios, os afetos, as relações e as prioridades mudam? Não gosto de fazer isso, mas vou citar nomes, para que, se algum desses ler esse post, saiba a razão de eu escrever isso aqui.

Primeiro, Lidiana, minha “BFF”. Quantas e quantas e quantas vezes ficamos horas conversando? Muito tempo mesmo… falando da vida, das relações, das amizades, das opostas visões do mundo. Até algum ponto na linha do tempo, fomos assim. Hoje, assim como todos, ela mudou! Não conversamos mais. Raramente saímos juntos. Raramente temos algo para conversar além da matéria do curso de inglês que fazemos. Sinto falta… de verdade. A impressão que eu tenho é que NUNCA ela tem tempo pra mim, e não gosto de pedir, sabe? Me soa tão humilhante pedir para uma pessoa te dar atenção, não? Enfim…

Depois, vem o Rodrigo. Camarada gente boa, com um grande futuro pela frente. Esforçado, cabeça-dura… Uma das pessoas com quem cresci e aprendi muita coisa. Hoje ele trabalha numa grande companhia concursado [diga-se de passagem, na mesa ao lado da que meu pai trabalha], tem um carrinho que conseguiu comprar com os frutos do seu esforço, faz faculdade e tem uma vida social muito boa. Foi o funcionário revelação ano passado na empresa, e isso prova o que eu digo. Sei lá, costumávamos jogar video-game, conversar, tipo amigos mesmo sabe? Hoje, nada mais acontece. Ele segue a vida dele, quer só saber da vida dele… parece que não está nem aí para os amigos. Ou melhor, parece que não está nem aí para mim quando há outras pessoas junto. [Não é ciúmes, apenas saudades de um amigo que estava disponível para tudo]

João… este cara também, crescemos juntos, eu quebrei um dente dele sem querer quando éramos crianças. Companheirão… um cara super cabeça, que você pode contar para qualquer coisa que precisar. Qualquer coisa messsssmo. A gente brincava de polícia e ladrão… era muito divertido! O Juca é aquela pessoa que mesmo sendo difícil conversarmos, ele é um amigo que vou levar pra sempre. Ele não é mais um muleque. O Juca já é um homem decidido, não está mais aí para certas brincadeiras. O cara é maduro. Desejo tudo de bom pra ele e para a namorada [logo vão casar…. tipo, já tem uns 20 anos que ele namora (kkk)]. É uma pessoa que sei que vai frequentar os churras que eu fizer em casa, quando eu casar, e tals. Tenho muita estima por ele.

A caçula das minhas amizades é a Mayara. A mais recente pessoa que eu chamei de amiga, com todo o significado que a palavra traz. Porém… de repente mudou. Está estranho a nossa relação de amizade. Ela se mantém distante, e não é só de mim. Sei lá. Não tenho muito o que falar.

Pessoal da faculdade: uma gente bacaninha, mas que não passa de um momento. E afinal de contas, são todos concorrentes. Excelo um ou outro. O Tales e a Stella são as duas pessoas que eu considero mais lá na sala. São pessoas que é legal estar ao lado, mas que eu não sei se vai existir amizade depois da facul. Espero que sim…

Outra coisa que me incomoda é o trabalho. Sério, fiz alguns cursos, aspirante a poliglota, formado técnico, etc etc etc, e ganho o suficiente para pagar minha faculdade e um sorvete no final do mês. Aqui no serviço é sempre a mesma coisa, numa entidade religiosa, que não é a minha área, que fez eu desacreditar na minha igreja, que são sempre as mesmas pessoas, todos velhos, exceto eu, e enfim… uma palavra em inglês descreve: BORING
Se alguém estiver lendo este post e quiser saber mais sobre minha formação, e quem sabe me contratar, basta acessar o link http://www.curriculum.com.br/ucn/rafaguilar

Relação: essa é a pedra no meu sapato. Queria muito que minha namorada estivesse comigo, aqui, de corpo presente. Como todos sabem, ela está na Itália, e não me diz quando volta exatamente. Toda vez que pergunto, ela desconversa. Isso me dá uma vontade de enfiar uma faca pela orelha, que vocês nem imaginam. Sabe, eu sou do tipo de homem que se dedica a quem está ao meu lado, nas amizades também, mas principalmente me dedico à minha namorada. Quero saber como está, quero participar da vida, conhecer, conversar… tudo isso absolutamente normal para qualquer pessoa, certo? Pois é… Ela não é assim. Sei que é o jeito dela, e eu aprendi a respeitar isso, mas é como se eu não estivesse com ela [não estamos falando fisicamente ok?]. Gostaria muito que ela pudesse me contar mais coisas, ser mais “atenciosa”. (Lê, sei que você provavelmente vai ler isto, então, se quiser me contar quando vêm… rs)
É uma longa história que será resolvida quando ela chegar ao Brasil no final do mês. Apenas citei aqui porque está sendo muuuuuuito difícil esperar. Estou fazendo um esforço digno de Hércules. Acho que mereço até um prêmio por isso! Mas enfim…

Adoro escrever, é como se eu estivesse gritando, puxando o cabelo, esperneando para uma pessoa, e ela me ouve e me entende. Mais que isso, ela me dá razão! Sei que não estou certo, e sei que não estou errado. Não estou “chorando”, mas também não estou dando pulos de alegria. É simplesmente um desabafo… e funcionou! Me sinto melhor em comparação ao início do dia. Se bem que também falei com minha prima por 20 minutos no telefone. Ela é muito especial pra mim e nem vou ficar falando dela, senão a contagem de palavras que está em 1071 vai para 4000 facilmente.

Bom, vou almoçar… até daqui a pouco….

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