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Archive for setembro \10\UTC 2011

Medo

Tienen miedo del amor y no saber amar
Tienen miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienen miedo de pedir y miedo de callar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tienen miedo de subir y miedo de bajar
Tienen miedo de la noche y miedo del azul
Tienen miedo de escupir y miedo de aguantar
Miedo que da miedo del miedo que da

El miedo es una sombra que el temor no esquiva
El miedo es una trampa que atrapó al amor
El miedo es la palanca que apagó la vida
El miedo es una grieta que agrandó el dolor

Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá

Tenho medo de acender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar

Tienen miedo de reir y miedo de llorar
Tienen miedo de encontrarse y miedo de no ser
Tienen miedo de decir y miedo de escuchar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor

El miedo es una raya que separa el mundo
El miedo es una casa donde nadie va
El miedo es como un lazo que se apierta en nudo
El miedo es una fuerza que me impide andar

Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo

Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão

Medo de fechar a cara
Medo de encarar
Medo de calar a boca
Medo de escutar
Medo de passar a perna
Medo de cair
Medo de fazer de conta
Medo de dormir
Medo de se arrepender
Medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez

Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo… que dá medo do medo que dá
Medo… que dá medo do medo que dá

(Miedo – Lenine)

Hoje quero falar de medo, e as consequências que eles nos causam, e aí lembrei dessa música que cantei uma vez quando fiz meu curso no SENAI – Foi a música de formatura.

Pois bem, estou com medo! E quem não está, não é verdade? O medo é um dos piores sentimentos que existem. Ele te inibe, te trava, te segura, te assusta. Não é a morte que faz você parar de viver, mas sim, o medo! Ele não te deixa ir em frente. Ele não permite que você crie asas e voe longe. Ele não permite que você se entregue à uma paixão. Ele faz você não arriscar num emprego novo. Ele desestrutura sua personalidade, abala sua confiança, sua segurança. Por causa do medo, você faz coisas que não são da sua índole. O medo é um instrumento de defesa, mas também é um instrumento que aprisiona.

O medo pode ser encarado de diversas formas. Há vários tipos de medo:

– Medo de avião
– Medo de algum animal
– Medo do escuro
– Medo de alguém
– Medo de morrer…

O que mais me afeta é o medo de perder a mulher que amo (LCVA). Talvez por esse motivo, me transformo numa pessoa ciumenta (em muitos casos até possessivo). Não sei o que acontece, mas é tão intuitivo e tão rápido que quando percebo, já fiz alguma besteira.

O melhor a se fazer é domar esse bicho que te assusta. É ter corajem e enfrentar. Olhar no interior dos olhos daquilo que te assusta e dizer com todas as letras: EU NÃO SOU ASSIM!

Dizer que as atitudes ridículas que você teve não são as verdadeiras, da sua vontade. É não se envergonhar pelos pensamentos tidos, pelas palavras proferidas e pelas lágrimas caídas. Enfim, acho que está dando para acompanhar meu raciocínio né?

De repente, você aprende a rir de tudo o que aconteceu e não se importar mais com certas coisas. É rir do quarto vazio quando você acende a luz e vê que o quarto escuro é só um quarto escuro. É gargalhar ao lembrar do quanto você passou mal antes de viajar de avião – um dos transportes mais seguros do mundo. É se letificar ao perceber que a pessoa que você ama também te ama, mais que tudo, mesmo que ela não fale isso com essas palavras.

Acho que o medo é algo desnecessário em uma relação. É algo que não existe, porque você tem outras coisas muito mais especiais e importantes ao lado da pessoa amada. Não sei você, leitor, mas eu sou assim. Já fui muito inseguro, possessivo e ciumento, a ponto de colocar tudo a perder (e de fato, algumas vezes eu perdi mesmo), mas depois percebi o quanto sou afortunado em ter uma pessoa especial ao meu lado, que por mais fechada que seja, é uma pessoa super doce e meiga. Apesar de não dizer toda hora que me ama, demonstra com o olhar sedutor. Não expõe aos quatro ventos, mas faz uma grande festa quando estamos bem.

Bom, acho que comecei a viajar demais né? Vou dormir, porque amanhã será um longo dia enfrentando alguns medos ainda existentes em mim.

Boa noite pessoas que estão lendo isso agora. Boa noite amor da minha vida LCVA. E lembrem-se: medo é como estar no banheiro fazendo o numero dois… só serve para te deixar vulnerável, mesmo que você esteja num trono.

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Forró

Hoje, dia 10/09/2011, as -1h10min da madrugada, um filho da pura mãe brasileira está com o som numa altura incrível aqui na avenida. Está tocando forró. Umas músicas que eu nunca ouvi na vida, e diga-se de passagem, estou odiando essa porcaria. Não que forró seja uma porcaria, porque dependendo da música, é super legal e divertido de dançar, mas pega essas que inventaram num boteco, afffff… ninguém merece.

Esse foi só um mini post… porque não estou nem conseguindo pensar com essa merda tocando.

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A maravilha de escrever

“Esse post dedico para Ninha, que foi tão meiga me pedindo para continuar escrevendo aqui no blog.”

Escrever não é só uma técnica. É uma arte que poucos desenvolvem bem.

Eu gosto de escrever e quando escrevo, libero minha imaginação e minhas emoções mais sublimes. Quando escrevo sobre o amor que arrebata dois corações, saio do mundo que vivo para o mundo perfeito que sonhei. É tudo tão lindo e tão surreal que é triste colocar o ponto final.

O inverso também pode acontecer. Quando falo de dor, de sofrimento, de ódio, vou escrevendo até o “papel” absorver toda aquela energia ruim que tenho dentro de mim, e não vejo a hora de colocar o ponto final, porque saberei que estarei mais tranquilo.

Meu sonho é escrever um livro! Dizem que o homem só é completo depois te alcançar três tarefas:

1- Ter filho
2- Plantar uma árvore
3- Escrever um livro

Estou com 24 anos, e ainda não tenho filho, não escrevi um livro e se contar que a árvore que eu plantei na infância morreu depois de alguns meses, o que me sobra? =[

Pois bem, estou me desesperando. O tempo passa e ele não perdoa. Parece ontem o dia que eu comecei com esse blog. Parece ontem que me formei no colégio. Parece ontem que eu nasci…

Sempre pensei na música “O Caderno” do Chico Buarque, como uma verdadeira fonte de inspiração para escrever meus sentimentos. Não é que eu estou expondo a minha vida, mas é eu entendendo a minha vida. Entendem?

Bom, paro por aqui, por enquanto, porque estou no meio da aula na faculdade.

Até o próximo post, que será daqui alguns minutos…

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