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Archive for agosto \29\UTC 2013

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O motivo pelo qual se aprende tanto cada vez que se lê O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint Exupéry, na minha opinião, é que ele fala sobre a construção de relações que não são aquelas que comumente vivenciamos no mundo de hoje.

Não estou falando sobre vidas alheias. Estou falando de mim, de você e de quase todas as pessoas ao nosso redor. É incrível o quanto a gente é capaz de se distrair com detalhes e deixar que o mais importante se perca. É triste, triste demais!

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”

É uma máxima simples. Somos responsáveis por aqueles com quem criamos laços. Mas por quê?

Porque o nosso coração, quando cultivado, fica mais sensível a tudo o que vem daquela pessoa. Porque o que ela diz passa a ter um significado diferente. Porque o que ela é, passa a importar muito mais do que são os outros. Porque o carinho, as críticas, as vontades, as escolhas, as atenções, tudo isso passa a ser muito mais importante.

“A gente só conhece bem as coisas que cativou. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas”

‘Não temos mais tempo de conhecer coisa alguma’. Não dá para conceber isso! Quem não tem tempo de ir ao aniversário do amigo, quem não tem tempo pedir desculpa, quem não tem tempo de mandar um email, quem não tempo de tomar “aquela breja” com os amigos, quem não tem tempo de almoçar com a família, quem não tem tempo de pensar sobre o mundo, quem não tem tempo para amar, quem não tem tempo para lutar pelos seus ideais… será que tem tempo de viver?

Outra questão é disposição. Somos cada vez mais comodistas. Queremos bastante, lutamos pouco e realizamos menos ainda. Mas cativar requer disposição, precisamos ter atitude, iniciativa, prestar atenção! Precisamos gastar energia (e para isso, precisamos ter energia para gastar).

Não dá, mesmo, para fazer tudo e ao mesmo momento. Mas não estou falando de grandiosas obras! Estou falando de atitudes que podem demorar alguns segundos, poucos minutos ou umas horas, no máximo. Será que o que ocupa o nosso tempo atualmente é mais importante (seja para a sobrevivência ou por alimento da alma) do que o que deixamos de fazer? Será que estamos gastando energia no que realmente vale a pena?

E o mais importante, qual é a conseqüência destas nossas atitudes em relação às pessoas que cativamos? Obviamente elas nos perdoam. Foram cativadas. Mas o quanto será que estaremos afetando a sua crença em relação ao mundo, a amizade, a família, ao quanto ela pode contar com você, ou a quanto sua presença é real? É bom sonhar, mas viver os sonhos é melhor ainda. Nada substitui a presença, que às vezes se manifesta pela simples disponibilidade da outra pessoa em partilhar com você. Sim, quantas vezes temos corpos ao nosso lado e pessoas distantes, e quantas vezes temos corpos distantes e pessoas ao nosso lado?

Levo dentro de mim todas as pessoas que me são especiais. Mas a própria felicidade de carregá-las no coração contém, intrinsecamente, uma certa angústia pelas limitações diretas que me impedem de tê-las por perto.

Não quero deixar isso acontecer comigo. Não quero deixar de ter tempo ou energia para cuidar daqueles que cativei.

Mas as escolhas não dependem só de mim. Tentarei entender o momento e o contexto de cada um, e tenho consciência de que, às vezes, os caminhos levarão as pessoas para longe, sim. O problema é que essa consciência não faz doer menos.

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Relacionamentos no caminho certo

status de relacionamento

 

Li por aí… parece que é do Pedro Bial este texto, mas não tenho certeza, porém, tenho certeza que o texto retrata a veracidade dos relacionamentos.

Relacionamentos acontecem. Você não precisa força-los. Tampouco apressá-los. Pessoas ficam juntas porque querem, no momento em que decidem juntas. Querer já é muito e ajuda a eliminar algumas dúvidas. As dúvidas existem porque pensamos nelas. E tudo está sujeito ao engano. É incontrolável. Como evitar cair em relações de dependência? Seja responsável por você: pensamentos, sentimentos e atos. Parece banal, mas não é. Não tente impor ao outro sua responsabilidade com relação a você mesmo. Ele gosta de você, mas não é tão responsável por você assim. Você responde por você, ele responde por ele. Amor não se cobra. Atenção também não. Carinho muito menos. Tenha isso em mente. Não tenha a obrigação de corresponder às expectativas do outro em todos os momentos. Ele as criou. Não o obrigue a corresponder às suas expectativas em todos os momentos. Você as criou. A moeda da culpa é muito alta. Não se culpem à toa. Não usem chantagens baratas, usem as mais elaboradas, em momentos oportunos. Não somos animais de estimação: não tentem se domesticar. Não somos animais selvagens: não tentem se enjaular. Não estejam nem queiram estar presentes na vida um do outro o tempo todo. Ninguém nasce com duas sombras. E quando estiverem longe, não se liguem toda hora. Todo mundo pode esperar. Na vida é bom saber detectar o que é urgência de fato. O resto é controle. Não ligue antes de dormir para saber onde ele está com a desculpa “só liguei pra dar boa noite”. Você não é mãe dele e vocês não têm 12 anos. Só liguem quando quiser, ou precisar, e não porque ele quer que ligue. Não deixem que os monstros da comunicação instantânea assombrem. Um SMS não respondido imediatamente, uma ligação sem retorno, ficar um dia sem se falar: não foi nada! Vocês não precisam checar o celular um do outro, fuçar as redes sociais, ter acesso aos e-mails pessoais. Quem inventou essa loucura? Não se controlem a ponto de ficarem com preguiça de se ver. Não aceite ser a polícia, o juiz ou o algoz de que você gosta. Sejam, menos ainda, vítimas um do outro. Não façam planos vitalícios com ninguém. E não se culpem por isso. Conversem sobre tudo, mas não discutam todos os lados da relação sempre. Incentivem-se, mas não virem o senso de direção um do outro. Não faça surpresas demais, não agrade demais. Ele não é seu filho único. Repito, que se vocês estão juntos é porque querem estar. Isso já é tão belo. Tenha assuntos e amigos pessoais, ele não deve ser seu único assunto e interlocutor. É sempre bom ter o que fazer na vida. Trabalho e lazer. É recomendável ter muitas coisas para pensar, como ideias e viagens. Hoje você vai sair sem ele e tudo bem. Amanhã ele vai viajar sem você e tudo bem. Hoje você vai encher a cara com seus amigos. É sempre bom. Depois de amanhã vocês podem ir ao cinema juntos! Então saibam se divertir juntos. E saibam se divertir um sem o outro. Não se violentem. A tortura é uma técnica menor. Pode dormir na casa dela, mas lembrem-se: você não mora lá. Pegação não é flerte. Flerte não é paixão. Paixão não significa romance. Romance não é namoro. Namoro não é casamento. Casamento não é virar uma pessoa só. Duas bocas, oito membros, duas cabeças, dois corações, dois organismos que só se comunicam com o mundo usando verbos na primeira pessoa do plural. Isso é mutação. Briguem por motivos reais. Tenham ciúme por motivos reais. 90% dos casos os motivos não são reais. Você tem passado. Ele tem passado. Ciúme do passado é motivo irreal. Você tem seus segredos. Ele tem os segredos dele. Respeitem-se. Aprendam a ensinar que respeito não envolve hostilidade. Tudo isso não quer dizer que ele tem outra pessoa, que você se apaixonou por outra pessoa ou que vocês se gostam pouco. Tudo isso vai fazer vocês gostarem mais um do outro. Antes de você existir na vida dele ele já existia. Existir não é tarefa fácil. Tem que deixar a existência arejada, sempre, pra poder existir ao lado de alguém. Mais disposto e com mais vontade. Que bom que você chegou na vida dele. Mas ele não nasceu de novo. Tudo vai se adaptar ao novo cenário. Tenham paciência. É exercício. Tentem cortar as ilusões de domínio: não funcionam com territórios, não funciona com conhecimento, nunca vai funcionar com pessoas. Isso adia os finais trágicos das relações possessivas. E torna as relações mais inspiradoras. Essas duram mais. No pós-romance as pessoas não precisam explicar tanto. Elas estão juntas porque querem. Isso basta. Fim

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Deixa voar bem alto a fantasia! Sem ilusões, o mundo que seria? (Ramón de Campoamor y Campoosorio)

Geralmente quando você acredita em algo ou alguma coisa que não é real, e faz daquilo uma verdade absoluta, você quebra a cara. Isso é ilusão. Acreditar no que não é real. Se entregar a alguma situação que não é verdadeira. Quando você descobre que não passa de fantasias da sua cabeça, a ilusão muda de nome. Nesse momento a ilusão vira desilusão e todo o seu chão cai diante dos seus olhos. Foi assim comigo e acho que sempre será.

Fico me perguntando o que leva uma pessoa a acreditar naquilo que não é real? Creio que é a vontade de querer um mundo melhor, onde tudo é certo, as pessoas se gostam de verdade e não há um interesse escondido nas entrelinhas da vida. A ilusão é o mundo perfeito. É a obra prima de Deus. São os milagres acontecendo a todo instante. É a plenitude e a certeza que a felicidade existe. Pena que não passam de vertigens e miragens.

Aposto que conhecem a máxima “tudo que é bom dura pouco”, certo? É exatamente disso que se trata. Se eu pudesse, viveria no meu mundo ilusório, com as minhas querências e querelas, e seria feliz. Mas até aí acho que começaria a criar alguns problemas e dificuldades para me queixar…

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etica

Tema difícil hein?

Muita gente diferencia o ser humano dos animais pela inteligência, mas muitas vezes os animais provam que são mais inteligentes que os homens em diferentes graus. Como dizer que o ser humano é inteligente se ainda há massacres contra animais, mutilações, trabalho escravo, fome, aliciação, pedofilia, desemprego, traição, pobreza, analfabetismo e por aí vai? Mas a questão não é essa hoje.

O que nos diferencia dos animais é a ética e o livre arbítrio. Quem é religioso sabe que Deus nos deu o livre arbítrio para tomarmos nossas próprias decisões, diferente dos animais que agem por instinto. Mas até para quem não é religioso eu pergunto: o que temos feito com nosso livre arbítrio? As vezes acho que esse foi o único erro de Deus, depois de ter criado a raça humana, claro. Pensem bem, como temos agido ultimamente? Será que temos sido éticos conosco e com o próximo? Será que nosso livre arbítrio está sendo usado para boas escolhas? Ou será que temos errado também nisso?

Em suma, esses dois tópicos estão relacionados, pois você deve ser ético em tudo o que faz, e em todo lugar, trabalho, escola, família, igreja, ainda mais porque você é o reflexo de suas escolhas. Repito: VOCÊ É REFLEXO DAS SUAS ESCOLHAS. Ficou com medo? Quando você se olha no espelho, consegue se reconhecer? E quando coloca a cabeça no travesseiro, consegue dormir tranquilamente? Se a maioria das suas respostas foi NÃO, então entra um outro ponto que você deve estar preparado para carregar para o resto da sua vida: remorso. Já ouviu falar? Arrependimento? Suicídio?

De acordo com dados atuais da Organização Mundial de Saúde  (OMS), cerca de 3.000 pessoas por dia cometem suicídio no mundo, o que significa  que a cada 30 segundos uma pessoa se mata. Estima-se que para cada pessoa que  consegue se suicidar, 20 ou mais tentam sem sucesso e que a maioria dos mais de  1,1 milhão de suicídios a cada ano poderia ser prevista e evitada.

O suicídio é atualmente uma das três principais causas de  morte entre os jovens e adultos de 15 a 34 anos, embora a maioria dos casos  aconteça entre pessoas de mais de 60 anos. Ainda conforme informações da OMS, a  média de suicídios aumentou 60% nos últimos 50 anos, em particular nos países em desenvolvimento. Cada suicídio ou tentativa provoca uma devastação emocional  entre parentes e amigos, causando um impacto que pode perdurar por muitos anos.

Quando fui pesquisar sobre isso, fiquei surpreso com o resultado. E fiquei pensando, será que não é melhor agirmos de maneira íntegra, respeitosa consigo e com o próximo? Sendo verdadeiros a todo instante? Afinal, a gente nunca sabe quanto o outro está se apoiando ou se espelhando em nós. Devemos saber corresponder às expectativas, porém, de forma ética e correta. Se fosse assim 100%, não haveriam todos os problemas que eu citei no começo do texto e nem precisariam existir direitos humanos e justiça. Fui claro?

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No segundo texto dessa coletânea, vou falar sobre um sentimento que muitos não acreditam: a felicidade.

Para mim existem dois tipos de felicidade. A momentânea e a visceral. A primeira delas é constituída basicamente de momentos específicos no tempo que proporcionam ao indivíduo uma sensação de alegria, de satisfação, de preenchimento do vazio. Se trata da vitória do seu time de futebol. Se trata de um amor correspondido. Se trata da chegada de um filho. Se trata de uma viagem, de uma proposta de trabalho. Em suma, se trata daquele momento que a adrenalina toma conta do corpo por causa de uma conquista de um campeonato, competição, graduação acadêmica, ou qualquer outra conquista pessoal. É o momento que você se enche de orgulho próprio, afaga seu ego e diz: Eu consegui. Eu fui capaz. Essa felicidade também pode ter um lado negativo (se você for uma má pessoa, claro), como ver alguém destruído, humilhado, necessitado da sua ajuda e você está no alto, mostrando que é o melhor. Isso não é legal. Uma pessoa de bem jamais ficaria feliz com a derrota alheia, certo?

A segunda, que eu chamei de visceral, é aquela que vem de dentro. Aquela que te faz sorrir em todas as oportunidades da vida, inclusive na dificuldade, no sofrimento. Está relacionado à fé que após a tempestade sempre vem a calmaria. Está relacionado à esperança que dias melhores virão. Está relacionado à plenitude que sentimos simplesmente pelo fato de sentir, de ser, de estar…

Plenitude que poucos conhecem de fato, infelizmente. O que você faz bem na sua vida e se sente feliz por isso? Vá em busca dessa resposta, nem que seja preciso mudar tudo. Viaje mais, conheça gente nova, beije mais… a resposta está dentro de si. Não deixe que as tristezas e decepções do dia a dia ofusquem esse objetivo dentro de ti. O caminho mais curto para essa felicidade é somente indo reto, sem desvios, sem paradas… Você que busca isso, siga em frente, está no caminho certo meu amigo e minha amiga! Eu estou indo por esse caminho… a gente se encontra lá!

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Paixão

Me sugeriram falar sobre cada sentimento do ser humano, e vou começar falando sobre um dos melhores sentimentos, a Paixão!

Esse sentimento foi inspiração para Shakespeare, Maiakovski, Drummond, Sparks e tantos outros.

Por definição, a paixão (do verbo latino, patior, que significa sofrer ou suportar uma situação difícil) é uma emoção de ampliação quase patológica. O acometido de paixão perde sua individualidade, sua identidade e seu poder de raciocínio em função do fascínio que o outro exerce sobre ele. É tipicamente um sentimento doloroso. O indivíduo apaixonado é capaz de fazer qualquer coisa pela pessoa ou causa que provocou esse sentimento. Ok. Isso não é tão legal, mas aí eu te pergunto (espero que não tenha lido essa frase igual o Marcelo Rezende – corta pra 18):

Se a paixão provoca ações inesperadas no indivíduo, funcionando como uma injeção de adrenalina correndo nas veias ou como o efeito de uma droga pesada, então como me explicam essa situação: um rapaz com seus, sei lá, 12 a 18 anos, feio, tímido, carente, chegar na frente de uma menina que ele gostou por seis anos e expor seus sentimentos? Será que não é válido esse sentimento que o encorajou a fazer isso? Será que se não fosse a existência desse sentimento, o rapaz teria chegado junto da menina? Será que se não fosse por causa da paixão o rapaz teria emagrecido, ficado bonito, se formado no colégio, feito faculdade, aprendido idiomas? Será que ele estaria escrevendo essas linhas agora? Pois é…

Apaixonar-se é muito bom. É você ver em cores aquilo que estava preto e branco. É sentir borboletas no estômago quando olha pra pessoa que gosta. É ouvir uma música no rádio e parar o que está fazendo porque lembrou dela. É o sorriso que aparece logo em seguida. É a espera das mensagens no celular. É a alegria ao receber flores no primeiro encontro. É dormir e acordar tendo uma única coisa no pensamento. Enfim… muitos já poetizaram esse momento. Mas calma lá! Hoje não existe mais conto de fadas, não existe o casamento por interesse, não existe mais submissão. Apesar de ser um sentimento muito bom, a paixão desenfreada, sem controle, pode levar até a morte. Por isso calma, controla as borboletas no estômago e use a razão junto com a emoção. Tudo que é demais faz mal. Tudo que não tem limite faz mal. Tudo que é muito bom, tem algo errado. Ninguém é perfeito, e a paixão cria essa triste ilusão de que a pessoa não comete erros, que não tem defeitos. Eu acredito que a paixão junta duas pessoas, mas também é por causa da paixão que elas se separam.

O melhor a se fazer então é viver plenamente, se apaixonar sim, mas sempre sabendo que a razão deve estar presente também. A paixão, quando vivida corretamente, é sinônimo de felicidade, de alegria, de amor, de plenitude. Experimenta por paixão em tudo que faz, e você vai reparar como as coisas fluirão melhor para você. Como paixão é um sentimento universal, experimente colocar paixão na música, na comida, numa leitura, numa escultura, no relacionamento, no estudo… coloque paixão em tudo que você faz. APAIXONE-SE! Aí meu amigo ou amiga, você terá achado o seu caminho e a resposta para muitas perguntas na sua vida. Ponha pimenta onde sempre foi sem sal! 😉

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Auto motivação

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Todas as pessoas que passam por aqui provavelmente sofrem ou já sofreram algum trauma que os fizeram ficar tristes e eu também me incluo nessa. A vida não é fácil e nunca vai ser. Quando o motivo dessa tristeza é um namoro, uma coisa precisa ficar bem clara. Relacionamento não é só prazer. Não é só festa, viagem, risada, diversão, brinde, sexo, beijo, cumplicidade. Relacionamento tem fase chata, de vez em quando tem briga, discussão, chatices, rotina, implicâncias, ciúme, bate boca. A gente tem que lidar, conviver e amar uma pessoa que veio de outra família, outro mundo, tem outra criação, outros costumes, outros pensamentos, outro jeito de viver. Você tem que aceitar aquela pessoa como ela é, e isso dá muito trabalho. O amor é lindo sim, e ele é a maior recompensa para quem não tem medo de enfrentar os próprios medos e os medos dos outros. É querer estar com a pessoa independente de qualquer coisa ou situação. Pelo simples fato de estar junto. É preciso sonhar, porque o sonho é algo que preenche o vazio interior. Algo que, caso vire realidade, fará toda a dor ir embora. Toda a tristeza sumirá num segundo quando você sentir essa felicidade novamente. O tempo sempre vai passar e as coisas vão se acertando mais a cada dia. Por isso, não tenha medo, não se preocupe, tenha fé… e todo resto já é seu! Acredite em si mesmo, como eu voltei a acreditar em mim!

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