Feeds:
Posts
Comentários

Archive for fevereiro \28\UTC 2014

(In)felizmente in(feliz)

Tenho tantas coisas para falar, para escrever… e o tempo? Este me falta agora!

Me sinto como um pequeno barco à vela contra um furacão. Um turbilhão de idéias, acontecimentos, fatos, perdas, ganhos, valores, muitos desses invertidos. Vontade de escrever sobre o show da Laura Pausini dia 20 passado, que estive presente, o reencontro com amigos e com minha ex (que não parece ser ex), a perda da minha ex-sogra, o fato de estar solteiro, o emprego novo, a agencia de design gráfico e digital que abri, entre outros assuntos.

O que quero é falar comigo mesmo, e não estou tendo tempo para isso. O jeito que encontro para me entender é escrevendo aqui. Não escrevo para ninguém ler, e sim para me entender e quem sabe, por um acaso, ajude alguém a pensar, refletir?

Não quero estar preso ao trabalho, aos deveres… quero ser feliz, e rápido!

Acho que estou esquecendo o que é ser feliz. Infelizmente.

Anúncios

Read Full Post »

Senhor Deputado Federal Ricardo Trípoli (e demais responsáveis à frente do nosso país):

Não é de hoje que os nossos governos, desde o municipal até o federal, são tachados de lixo e ridicularizados pela suas péssimas atuações. Sei que já difícil gerenciar uma cidade, que dirá um país inteiro, mas frente aos governos que temos acompanhado e vivido desde os primórdios da Independência do Brasil e da instituição da República Federal em si que isso vêm se repetindo e conquistando cada vez mais a reprovação de seu povo heróico, que agora vem aprendendo a ter um brado retumbante, como diz na letra de Duque Estrada (ainda que de forma selvagem e violenta a qual não apoio, diga-se de passagem).

Numa terra escassa de heróis, venho parabenizá-lo pelas atitudes que vem tomando em prol dos indefesos animais em seus variados habitats e pela defesa do meio ambiente. Assim como muitos, e talvez por vergonha da podridão que existe na política, nunca acompanhei figuras políticas ou tomei ações partidárias. Não sou revolucionário e nem militante político. Sou um cidadão de bem, maior de idade, vacinado, com ensino superior completo e nome limpo na praça que pela primeira vez na vida está escrevendo algo a respeito desse tema.

Desde o ocorrido com o Instituto Royal, onde o senhor, com sua humanidade acima do poder executivo que tem, ajudou no resgate dos Beagles, que venho dando maior atenção ao seu trabalho. O senhor e cada um dos ativistas que estavam lá são heróis e fizeram valer o juramento à Bandeira que fazemos no serviço militar, e mais ainda, tornaram válidas as palavras do seguinte trecho do nosso Hino Nacional: “Mas se ergues da justiça a clava forte, verás que o filho teu não foge à luta, nem teme quem te adora a própria morte”.

Gostaria de escrever tudo que penso, mas vou encerrar com a indicação de um site que interpreta o nosso Hino. Esse é um conhecimento que todos deveriam ter, e se tiverem o entendimento e orgulho com o qual eu fiz essa releitura do Hino, com certeza teremos uma nova juventude a caminho, rumo a uma grande potência mundial. Afinal, somos “Gigante pela própria natureza. És belo, és forte impávido colosso, e o teu futuro espelha essa grandeza”. (Interpretação do Hino Nacional Brasileiro)

O voto é secreto, mas Senhor Deputado, meu voto, a partir da próxima eleição, é seu!

Obrigado por fazer o que tem feito e peço a Deus para que o senhor continue com esses propósitos e não se deixe sujar pela escória a qual o senhor é envolvido diariamente.

Com apreço,

Rafael Aguilar Silva

Read Full Post »

Os elogios não se escrevem, mas nascem por si, do fundo do coração. São as coisas, que acontecem diariamente ao nosso redor. Eu sei, você sabe! Os elogios bastam ser colhidos. Existe um para você também que torna mais difícil a vida e não sorri nunca. Os elogios são ciganos e roubam poesias. São enganos, como pílulas da felicidade. Os elogios não saram amores e doenças. Mas aquela pequena dor, aquela no fundo da nossa existência, passará… Passará se uma palavra vier do fundo do coração, não para repreender ou para julgar, mas apenas para dizer “eu estou aqui sempre que precisar”. Porque cedo ou tarde terminaremos todos em um banco, sendo julgados do mesmo jeito com que julgamos.

Mas por que não me falam? Quem sabe as angústias de uma rica pobreza? Quem sabe falar dos amores que não se teve? Quem sabe cantar uma canção que não sabe como faz porque a perdeu dentro de si? Se lembra somente de um passado bem distante. De qualquer forma, passará…

O problema é esta pequena dor que existe em ti, que existe em mim, que existe em nós, nos faz sentir como marinheiros em poder do vento e da saudade a cantar uma canção que não sabemos mais como faz. Mas aquela pequena dor, que seja ódio, ou que seja amor, passará, mesmo que fizer apenas la la la… Passará! E tudo passará cedo ou tarde!

Read Full Post »

%d blogueiros gostam disto: