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Archive for fevereiro \15\UTC 2016

Parcerias = $$$

Há quem diga que não se deve confiar no próximo e há quem acredita no ser humano. Não vou entrar nessa questão pessoal, mas sim na profissional.

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Recentemente vi esta imagem que me chamou atenção! Acredito que ela seja verdadeira, mas somente por uma coisa: PARCERIAS. Se algo interessante está acontecendo no mundo, é justamente porque estamos mais abertos a dar credibilidade ao próximo, seja ele profissional, prestador de serviços, produtor, empresário, enfim…

Citando a Uber, já consolidada em muitos países, recentemente estourou no Brasil. Trata-se de um serviço onde uma pessoa usa seu próprio carro, dentro das estipulações da empresa e segundo alguns critérios, para rodar e atuar como motorista particular. Interessante! Ok, mas e os táxis, não servem para isso? Sim, caros leitores, mas imagina que você vá a uma festa chique e não tem carro. Você pode chegar em um carro comum de táxi (sem desmerecer ninguém e sem preconceito, mas talvez um UNO), branco, amarelo, laranja ou qualquer outra cor, dependendo da região do Brasil, ou você pode chegar em um carro importado, preto, brilhando, novinho. Isso varia caso a caso e de pessoa para pessoa, não vou entrar no mérito de quem utiliza esse tipo de serviço – até porque nunca usei – mas o interessante desse negócio de Uber é a facilidade da empresa de transportes obter seus lucros sem investimentos em frota.

Vamos a outro exemplo: o Alibaba, site que vende produtos sem ter nenhum estoque, isso porque é um intermediário na compra e venda de produtos. Um brasileiro compra um produto no site. Esse site entra em contato com o vendedor (muitas vezes são produtos chineses), e a compra é realizada, convertendo a moeda e cobrando no cartão ou no boleto bancário, não importa. Será que não é confiar demais no produto e no vendedor sem ao menos conhecê-los? Saber se é uma empresa idônea? Mas essa também não é a questão. Deu certo!

O que quero dizer nesse artigo é que devemos tirar algumas lições gerenciais desses cases de sucesso: 1º – o empreendedorismo. Eu considero visionários os CEOs dessas empresas. Pensar em um serviço rentável com um baixo investimento. 2º – a política de parcerias. Dar um voto de confiança a alguém que você não conhece, mas que tem o que você ou seu cliente necessita. Isso é legal porque você vê uma significativa redução de custos, mas claro, sem esquecer da qualidade do produto ou serviço ofertado. 3º – assumir responsabilidades. Quando se faz esse tipo de coisa, a empresa toma pra si a responsabilidade pelo desfecho do negócio. É a identidade da empresa que está dando a cara a tapa. Se o negócio for bem feito, ponto para a empresa, caso contrário, uma mancha na credibilidade dessa marca. Por exemplo, se eu comprar um produto no Alibaba e der tudo certo, ponto para o Alibaba, e dificilmente me lembrarei que veio da China o produto. Assim como acontece com grandes marcas de roupas, borracha, tijolos, e quase me esqueço, chocolates, que utilizam de trabalho escravo em lugares remotos e escondidos, para crescerem e aparecerem vistosas nas grandes prateleiras das redes de varejo.

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